domingo, 7 de junho de 2009

about: fail

Sabe aquele tipo de coisa humilhante e degradante que não se deve fazer? Todo mundo diz "não faça isso" e eu sei que eles estão certos. Ainda assim, eu faço. Sou uma escrava das minhas vontades e impulsos, praticamente uma roleta russa subjugada ao bel-prazer das tentações que permeiam minha vida.

Jamais digam "eu te desafio" para mim, amigos.

Isso pode ser deveras constrangedor quando essas vontades e impulsos confrontam um orgulho doentio alimentado por pílulas de vaidade administradas pelo meu próprio ego. Mas eu fiz. O sentimento de "eu não devia ter feito isso" é menos devastador que o de "fi-lo porque qui-lo" e pelo menos isso me consola.
*draws another white line. Sighs*
Que vida de merda quando seu maior consolo cabe num ziperzinho secreto da carteira.

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Mãe: ... ele vai vir do Sococó da Ema pra cá?
Eu: É.
Mãe: Ele vai dormir aqui?
Eu: Não.
Mãe: Peraí. Ele vai vir do Sococó da Ema pra cá, beber cerveja contigo e voltar pro Sococó da Ema logo em seguida?
Eu: É. Eu tenho tanto poder de movimentar os homens quanto a Helena de Tróia, mãe.
Mãe: Talvez... mas acho que ela era um pouco menos metida.

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Ainda sobre coisas que não devem ser feitas: inventei a desculpa perfeita pra juntar-me aos meus dois esquisitos na caça à tartarugas marinhas e tatus andantes. Mas FAIL: o medo da desculpa não colar e isso prejudicar meu so-fucking-special emprego foi maior. Engraçado, pra ISSO eu tenho vergonha na cara...

Not in the best mood, fellows.


Se escondendo no zíper secreto da carteira,
Bel

(adendo post-scriptum: quando eu tiver coragem, descrevo como certas coisas andam servindo de óculos de sol pra filtrar a realidade que me faz franzir o cenho. Sabe aquela história de que "Deus dá o frio conforme o cobertor"? Te dou um cobertor psicoativo.)

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